domingo, 27 de agosto de 2017

"Se Palamas é um Santo, então deixe-o nos afogar"


Segue uma história contada pelo Patriarca Nectário de Jerusalém (1660-1669) demonstrando a horrível tolice que é a blasfêmia contra a Igreja e seus santos, prática que infelizmente é comum até os dias atuais nos círculos de propaganda anti-ortodoxa. 

"Uma vez em Thera (Santorini, Grécia), no dia da comemoração de São Gregório Palamas, o Segundo Domingo do Grande Jejum, alguns latinos estavam navegando em um determinado barco para recreação.
Eles colocaram seus filhos em um barco separado, os quais então começaram a bater as mãos e dizerem: "Anátema para Palamas! Se Palamas é um Santo, então deixe-o nos afogar." Com tais coisas, os pequenos francos blasfemavam. Ao mesmo tempo em que diziam isso, sem um único distúrbio das águas, e em um clima calmo, o barco afundou junto com todos aqueles que estavam nele. Isso aconteceu por causa da blasfêmia que eles proferiram, dizendo: "Se ele é um Santo, deixe-o nos afogar". E enquanto os corpos dos blasfemos se afundavam no oceano, suas almas profanas caíam no fogo eterno do inferno, confirmando a santidade do divino Gregório."


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